Parque Histórico Nacional das Missões (RS) retoma obras de conservação
Obras vão beneficiar as ruínas da antiga igreja de São Miguel Arcanjo. - Foto: Jefferson Bernardes/MTur

Parque Histórico Nacional das Missões (RS) retoma obras de conservação

Devido a pandemia do novo coronavírus, obras foram interrompidas em março

Para preservar as ruínas e memória do Parque Histórico Nacional das Missões, no Rio Grande do Sul, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) realiza continuamente um trabalho de conservação nos sítios históricos. O parque reúne os sítios arqueológicos de São Miguel Arcanjo, São Lourenço Mártir, São Nicolau e São João Batista.

Em março, os trabalhos de consolidação nos sítios chegaram a ser iniciados com a execução de serviços preliminares relativos a instalações provisórias, mas foram interrompidos em seguida devido às medidas de segurança e saúde recomendadas durante a pandemia do novo coronavírus. Agora, as obras serão retomadas, começando pelo sítio de São João Batista, com uma previsão de 12 meses de execução. 

Na última semana de junho, recomeçou mais uma etapa desse trabalho com as obras de conservação e recuperação da frontaria e das arcadas das ruínas da antiga igreja de São Miguel Arcanjo, no sítio histórico de São Miguel Arcanjo, em São Miguel das Missões (RS). A obra também inclui as estruturas em ruínas dos sítios de São João Batista e São Lourenço Mártir, localizados nos municípios de Entre-Ijuís e São Luiz Gonzaga, respectivamente. Ao todo, o conjunto de ações conta com investimentos de mais de R$ 656 mil. 

A conservação das estruturas em ruínas faz parte de um trabalho permanente do Iphan, que contempla ações básicas de manutenção, realizadas pela equipe de artífices, e projetos específicos, como a nova intervenção.

Os serviços previstos visam estabilizar estruturas desagregadas, sanar pontos de infiltração e realizar tratamentos para evitar o ingresso de novos pontos de umidade, problemas que decorrem do desgaste natural das edificações ao longo do tempo e de eventuais intempéries. As metodologias que serão aplicadas, levando em conta as especificidades de cada sítio, foram discutidas em encontro técnico realizado em março, envolvendo técnicos de diversas áreas do Iphan e a empresa contratada para realizar a obra, repassando conhecimentos e discutindo as melhores estratégias para a intervenção. 

Com informações do Ministério do Turismo

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